I think I missed you today
And I walked the same path
I saw the same places
And I saw your face where we said goodbye the last time
Yesterday
And I went along my way,
The bus brought me home
This place, is not comfortable,
As I can't see your face in here
I drove my car to some resting place
Across the hill
And I can see where you lie,
Maybe you're sleeping
I wanted to be there by your side
Oh can someone call tomorrow,
Make it bring you near,
Can you drawn my sorrow
You know that only you can make it disappear
por Brainstorm
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Lamb - Gabriel
Consigo voar
Mas quero as asas dele
Consigo brilhar, mesmo no escuro
Mas desejo a luz que ele trás
Revelada nas canções que ele canta
Meu anjo Gabriel
Consigo amar
Mas preciso do seu coração
Sou forte mesmo só
Mas dele nunca me quero separar
Tem estado lá desde o ínicio
Meu anjo Gabriel
Meu anjo Gabriel
Abençoado o dia em que veio até mim
As asas de um anjo trouxeram-no até mim
Divino
Consigo voar
Mas quero as asas dele
Consigo brilhar, mesmo no escuro
Mas desejo a luz que ele trás
Revelada nas canções que ele canta
Meu anjo Gabriel
Meu anjo Gabriel
Meu anjo Gabriel Gabriel
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
...
Ar, é tudo o que respiro,
Suspenso, o meu corpo gravita,
Espera pousar em ti, com o nascer da manhã
Um novo dia, algo que me foi prometido
Um postal na gaveta,
Uma fotografia, que me revela o teu intimo
Palavras, promessas, esperanças
Tal como o meu corpo, nelas eu gravito
Apanho tudo o que lanças
A tua fotografia, a tua silhueta
És-me este mundo e o outro
Tudo o que quero, tudo o que preciso
E quando apareces tocas-me o infinito
E mais uma vez, à tua volta eu gravito
Quero-te mais,
Mais do que te quero,
Penso que é tarde, definitivamente tens que te ir
E eu que renunciava a tudo, só para te sentir
Penetras-me a pele,
És a bala cravada no meu peito,
És-me este mundo e o outro,
E quando apareces tocas-me o infinito
Quando te vais, contigo, sozinho, gravito!
G.F.
Suspenso, o meu corpo gravita,
Espera pousar em ti, com o nascer da manhã
Um novo dia, algo que me foi prometido
Um postal na gaveta,
Uma fotografia, que me revela o teu intimo
Palavras, promessas, esperanças
Tal como o meu corpo, nelas eu gravito
Apanho tudo o que lanças
A tua fotografia, a tua silhueta
És-me este mundo e o outro
Tudo o que quero, tudo o que preciso
E quando apareces tocas-me o infinito
E mais uma vez, à tua volta eu gravito
Quero-te mais,
Mais do que te quero,
Penso que é tarde, definitivamente tens que te ir
E eu que renunciava a tudo, só para te sentir
Penetras-me a pele,
És a bala cravada no meu peito,
És-me este mundo e o outro,
E quando apareces tocas-me o infinito
Quando te vais, contigo, sozinho, gravito!
G.F.
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