sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
I missed you today
And I walked the same path
I saw the same places
And I saw your face where we said goodbye the last time
Yesterday
And I went along my way,
The bus brought me home
This place, is not comfortable,
As I can't see your face in here
I drove my car to some resting place
Across the hill
And I can see where you lie,
Maybe you're sleeping
I wanted to be there by your side
Oh can someone call tomorrow,
Make it bring you near,
Can you drawn my sorrow
You know that only you can make it disappear
por Brainstorm
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Lamb - Gabriel
Consigo voar
Mas quero as asas dele
Consigo brilhar, mesmo no escuro
Mas desejo a luz que ele trás
Revelada nas canções que ele canta
Meu anjo Gabriel
Consigo amar
Mas preciso do seu coração
Sou forte mesmo só
Mas dele nunca me quero separar
Tem estado lá desde o ínicio
Meu anjo Gabriel
Meu anjo Gabriel
Abençoado o dia em que veio até mim
As asas de um anjo trouxeram-no até mim
Divino
Consigo voar
Mas quero as asas dele
Consigo brilhar, mesmo no escuro
Mas desejo a luz que ele trás
Revelada nas canções que ele canta
Meu anjo Gabriel
Meu anjo Gabriel
Meu anjo Gabriel Gabriel
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
...
Suspenso, o meu corpo gravita,
Espera pousar em ti, com o nascer da manhã
Um novo dia, algo que me foi prometido
Um postal na gaveta,
Uma fotografia, que me revela o teu intimo
Palavras, promessas, esperanças
Tal como o meu corpo, nelas eu gravito
Apanho tudo o que lanças
A tua fotografia, a tua silhueta
És-me este mundo e o outro
Tudo o que quero, tudo o que preciso
E quando apareces tocas-me o infinito
E mais uma vez, à tua volta eu gravito
Quero-te mais,
Mais do que te quero,
Penso que é tarde, definitivamente tens que te ir
E eu que renunciava a tudo, só para te sentir
Penetras-me a pele,
És a bala cravada no meu peito,
És-me este mundo e o outro,
E quando apareces tocas-me o infinito
Quando te vais, contigo, sozinho, gravito!
G.F.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Queria saber como vais
Queria voar para ti
Saber onde páras
Saber o que olhas
O que esse teu olhar esconde
Queria voltar aos dias em que te tinha ao pé de mim
Saber aproveitar melhor cada segundo
Que agora foi deixado para trás
Cada momento
Precioso, único nesse teu olhar
Da varanda vejo as estrelas
Aquelas que os candeeiros no meio da noite não conseguem poluir
Aquelas que como tu brilham mais do que a luz falsa
Aquelas que durante tantos anos estão ali, e não as sabemos aproveitar
Pergunto-me se olhas as estrelas
Em quem pensas quando vês uma que cai
A quem pedes tu os desejos?
A quem os destinas?
Preciso tanto de ti
Em cada sonho que tenho
A cada palavra que escrevo
Em cada porção de ar que respiro
A cada perfume que cheiro
Em cada rosto que vejo
Em cada som que ouço
Preciso que me preenchas os sentidos
Preciso de sentir a física que nos faz embater
Visto que o abstraccionismo não é possível aqui
E no entanto é tudo tão abstracto
Preciso de olhar de novo as estrelas e saber que do outro lado está o Sol
Mais um dia, cada dia, cada sol, que espero que te traga
Preciso arrancar de mim esta saudade louca
Que me faz caír, tombar,
Que me fere, dói
Que me faz chorar e rir quando vagueias na minha mente
G.F.
Ao som de Sting - Fields of Gold
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
O menino
Entrei no metro, num dia como tantos outros, e encostei-me no lugar do costume. Ao meu lado uma mulher proferia palavras ríspidas para o filho (mais um miúdo irritante, pensei eu). Por mera curiosidade, olhei na direcção da criança...e foi então que o meu coração ficou esmagado de encontro ao peito, quando me deparei com a quantidade de tristeza que cabia naqueles olhos.
Era um menino rico, de uniforme do colégio, com aulas de música (a julgar pelo instrumento que trazia num estojo, um violoncelo talvez), a sua educação era impecável...mas tratava a mãe por "você" e os seus olhos verdes estavam rasos de lágrimas contidas, lágrimas que secavam antes de cair e davam uma tonalidade acinzentada ao seu olhar de menino. Não era "birra" de criança mimada, não era revolta, não era mágoa sequer...era simplesmente tristeza. A tristeza profunda de quem nunca conheceu outra realidade e se conformou com o seu destino.
Numa criança...
Contive-me para não chorar a olhar para ele. Apeteceu-me pegar-lhe na mão e fugir dali a correr!Saberá ele o que é correr? Sentir o vento no rosto e estragar os sapatos? Rebolar na relva? Subir às árvores? Brincar no meio de animais, cair, esfolar-se, encher o peito de ar e pensar que não existe amanhã? Terá ele feito piqueniques no campo? Saberá os nomes dos pássaros e das estrelas? Alguma vez terá provado mel directamente de uma colmeia ou bebido água num regato, de joelhos? Terá ele uma história de encantar e um abraço terno antes de dormir?A minha cabeça latejava, ardia. E foi com as lágrimas a turvar-me a visão que o observei a desaparecer na multidão, de olhos sérios e compenetrados, como um mar sereno...mas vazio de vida.
Morgaine (Ranzita)
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Como vai você?
Eu preciso saber da sua vida,
Peço a alguém p'ra me contar sobre o seu dia.
Anoiteceu e eu preciso só saber
Como vai você
Que já modificou a minha vida
Razão da minha paz já esquecida
Não sei se gosto mais de mim ou de você
Vem que a sede de te amar me faz melhor
Eu quero amanhecer ao seu redor
Preciso tanto me fazer feliz
Vem, que o tempo pode afastar nós dois
Não deixe tanta vida p'ra depois
Eu só preciso saber
Como vai você
Como vai você
Que já modificou a minha vida
Razão de minha paz já esquecida
Nem sei se gosto mais de mim ou de você
Vem, que a sede de te amar me faz melhor
Eu quero amanhecer ao seu redor
Preciso tanto me fazer feliz
Vem, que o tempo pode afastar nós dois
Não deixe tanta vida p'ra depois
Eu só preciso saber...
... Como vai você!
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Quando dei por mim, os meus pés estavam carregados de areia molhada e grossa.
Os meus passos tornaram-se largos e penosos.
O ar húmido entupia os meus bronquios, oleava os meus cabelos e difundia-se com as minhas lágrimas.
A pintura que mascarava o triste rosto, derramava o falso véu com as gotas flutuantes.
O outuno era a estrada do final da vida. Vi, ao longe, o corpo tombar sem se levantar. Deixou-se humilhar pelas ondas que o desfaziam.
De longe, apercebo-me que tinha láminas nas lágrimas e que quando quiz limpar a face com os pulsos, curtei-os sem sentir realmente a dor.
O castigo da minha alma foi o olhar.
Ver-me morrer por entre aquela vida e não poder fazer nada cansou a minha existência metafísica.
sábado, 6 de outubro de 2007
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
SANTANTUNA DE LISBOA

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terça-feira, 21 de agosto de 2007
Mundos
Apetece-te acabar?
Acabar o que começaste! Acabar o que não começou, dizer de uma vez por todas que estás farto e que não aguentas mais a opressão que te obriga a viver na solidão, um coração, uma paixão!
Dois corações uma paixão, seria algo suficiente?
Não...
Há a opressão, por teres que viver em silêncio!
Amores que sentes, desejos, corpos quentes,
a fervilhar dentro de ti.
Ainda assim finges o que sentes, finges que não sentes para que não o possam sentir!
E quando a máscara cai? Voltas atrás mentalmente, vês-te preso numa situação... meses a fio... noites em branco... choros mudos, gritos em almofadas, dói-te imenso não ter...
Dói tanto que te corrói o espírito, que te enrolas sobre ti, fechas-te ao mundo abres o teu mundo dentro de ti, e deixas o vento passar e secar lágrimas na tua cara, no teu mundo interior, vês os corpos que por ti passaram, os que ainda passam, as bocas que beijaste, as que não beijaste mas que te beijaram, e vês la bem no topo, onde esse vento não corre, aquela, a boca que queres beijar...
O vento não te leva lá, não voas no teu mundo.
As asas? Estão cortadas, não vês?
Não és marioneta, não tens fios nem rede de segurança, arriscaste, mostraste o teu intimo, deixaste essa boca entrar no teu mundo que só se desenrola com o teu enrolar de desespero...
Acorda, desenrola-te guarda esse mundo negro para depois, sai da cama, vai à janela, respira fundo sente o oxigénio a alimentar e ao mesmo tempo a corroer o teu sangue, os carros, as pessoas, as estradas, o betão, a sociedade que te oprime, o mundo feito de mundos iguais ao teu, enrolados, escondidos atrás de olhares, mundos felizes, mundos negros, mundos, cada um cada gente!
G.F.
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Lucia Moniz e Nuno Bettencourt - Try Again
One look - you know that you've fallen
She knocks you over
You say this is it
Perfect - straight from a movie
He says all the right things
You know he's the one
Next time around try again
Weeks pass still kind of perfect
My heart's removed now
I gave it to you
Passion - you constantly move me
Further and further
Reaching my soul
Next time around try again
Next time around try again
Tonight - plans for a movie
You call me to cancel
Girls going dancing
Sundays our romantic picnics
Turn into football
Boys will be boys now
Months pass - knowing you love me
I take you forever
Together for granted
Next time around try again
Next time around try again
Home late - you won't even kiss me
The eyes of my angel
Accuse me I'm guilty
Follow me - to my friends house
Hide cause we're dying
Jealousy is cancer
Next time around try again
Next time around try again
Next time around try again
You never give me any space or time to breath...Try again
Sometimes I wish you'd leave me alone and get away from me...Try again
I can't believe you'd say these things if you're in love with me...Try again
I never thought you'd ever say those awful things to me...again
Oh no - the roses I gave you
Are suddenly fading
Along with your love
Who cares - the credits are rolling
Love's just a movie
There's always an end
Love's... What it is... It just is
Love's... What it is... It just is
terça-feira, 17 de julho de 2007
Playlist
1- Disarm - Smashing Pumpkins > Clássica e ainda assim actual, há uns anos não percebia o que se via em SP, hoje em dia não percebo o que não se vê, falando no passado que o presente não conheço!
2 - 1979 - Smashing Pumpkins - Idem
3 - The kill - 30 Seconds to Mars - é uma banda porreira, nada de especial, mas ainda assim bastante audível, encontrei nesta música alguma força, e efeito catártico...
4 - Fine Again - Seether - Seether é Seether, quem os conhece pela «Broken» com a Amy Lee(zita) dos Evanescence, devia olhar um pouco por trás disso, essa música é bem capaz de ser das piorzitas deles, e ainda assim é BOA, quanto à «fine again», mais um pouquinho de efeito catártico, afinal é isso que se procura numa música.
4 - Got it Made - Seether - continuando com Seether
«got it made» do primeiro álbum, é uma musica forte, desiludida e um pouco viciada em algo... é muito boa.
5 - Polly - Nirvana - sobre Nirvana não falo, não aqui (hahaha), quanto à música, é excelentemente repetitiva.
6 - Won't go home without you - Maroon 5 - Há tanto tempo que esperava algo novo desta banda, e chegou, um álbum extremamente melódico e dançável, esta é apenas uma óptima faixa entre tantas outras.
7 - Nothing lasts forever - Maroon 5 - nada dura para sempre... ouçam!
8 - Better that we break - Maroon 5 - eu disse que o álbum estava recheado!
9 - Better Man - Pearl Jam - é Pearl Jam, é alma na voz de Eddie Vedder, é letra, é música, é arte!
10 - Whatever it Takes - Lifehouse - também esperava há muito algo novo desta banda, não fiquei surpreendido com o novo cd, de qualquer maneira cheira-me que é daqueles que vou apreciar daqui a algum tempo, por enquanto «whatever it takes» é lifehouse em estado puro, tal como eu gosto deles!
11- Wish you were here - Pink Floyd - não há grandes coisas a dizer sobre este clássico, a música fala por si!
12- Try Again - Lúcia Moniz ft Nuno Bettencourt - antiga, musica portuguesa, balada, algo que acaba, extremamente bem cantada, enfim, isto é música, e se muitas bandas portuguesas tivessem metade da qualidade que esta música tem não haveria concerteza «desgraças» na música nacional!
13 - Umbrella - Rhianna ft Jay-Z - Eu não gosto de Rhianna, não gosto de Jay-Z, não gosto de, tanta coisa mas ao contrário do que estou habituado para os lados desta menina, este single não é nada estéril... e um pouco de pastilha de vez em quando nunca fez mal a ninguém, (mastiga-se até se gosta, mas no fundo sabemos que não enche o estômago e que teremos que a mandar fora, no máximo há-de colar-se ao nosso sapato, neste caso isso nem é mau).
14 - What Happens Next - Lifehouse - Lifehouse em estado bruto, ao vivo e raro!
Em suma, comentem o que conhecem, o que não conhecem se tiverem curiosidade ouçam, na minha opinião vale a pena, e lembrem-se nada de comentários parvinhos, afinal música é arte (ou é suposto ser) e a interpretação que se dá a qualquer tipo de arte é sempre subjectiva e extremamente pessoal!
Ah e tal como a arte esta playlist é pessoal, isso justifica o facto de não estar para aqui muita coisa que poderia estar, também é efémera, e isso tambem explica o facto anteriormente descrito, o que também quer dizer que quem quer que seja que venha comentar pode fazer sugestões e adicionar qualquer coisa, e se este tipo de post der nalguma coisa tenho uma ideia gira para o pseudogrupo... bora animar isto pessoal!
;)
GF
Já tinha dito que não desistia, que não era comodista... mas como não me posso render as evidencias?
O que quer que fosse que pudesse ter dado já teria que ter dado... e o tempo passa, e eu corro louco atrás de sinais de vida, corro corredores entre multidões à procura do teu cheiro, uma vez até te encontrei, quase não me viste, quando reparaste que era eu gelaste, disse olá, apressei-me para não chegar tarde ao emprego, ainda olhei para trás para te ver a ir embora, e lá ias tu, contente, na tua vidinha, tive que pedir lume a alguém para acender um cigarro que tremia por todos os lados, ou eram as minhas mãos?
Afoguei-me em trabalho para não pensar em ti, mas lá está o dia não foi fácil! Os dias não são fáceis, sempre à procura de distracções para nem sequer ter tempo para pensar, porque se penso caio, gostava de te arrancar de mim de vez, porque afinal o tempo passa, a vida corre por mim, escorrega-me entre os dedos e não a consigo acompanhar, ainda não arranjaste o tempo que disseste arranjar, e a música continua. Uma balada triste outrora cheia de esperança é hoje pura melancolia de algo que falta, algo desencaixado. Uma pedra no sapato, uma espinha na garganta, e há maneiras de as tirar, mas tenho as mãos atadas, e a balada não acaba, a letra é a mesma há tantas noites a fio, os acordes sempre num looping constante, e roda, roda, roda...
Os amigos fazem anos, eu estou mais velho a cada dia, as vezes sinto-me a acabar aos poucos outras vezes sinto-me a acordar... e pergunto-me se tudo isto não passou de um sonho... mas depois lembro-me que nos sonhos tu até apareces, até estás lá comigo!
Prometo acabar com isto, como se algo dentro de mim tivesse um interruptor, uma tomada, um fio que fosse, se conseguisse cortava-o, desligava-o, arrancava-o, se me estivesses no sangue nem me importaria de ficar enxague, desligar-me a mim mesmo, não viveria acamado ligado à tua máquina.
E prometo ser só mais um dia, dias e dias seguidos, até que penso, caio e quando me levanto penso de novo, persigo os teus passos, virtuais, vivos, reais, pistas, pegadas, tudo. Caio, penso, caio, penso! E lá está a letra da balada redundante que de tanto vicio mete nojo!
Ao menos aparece, e faz-me odiar sentir o que sinto! Faz-me não ser masoquista!
Ou então apareça alguém que não me deixe parar! Pensar, caír!
(até a escrita é a mesma)
GF
domingo, 17 de junho de 2007
Porque quando sonho é contigo que estou, e quando amo é a ti que eu amo, quando me fundo com alguém é no teu corpo que penso!
E à medida que nos afastamos só me apetece parar no tempo, voltar a sentir o teu cheiro, preservar aquele momento em que o adeus é dito com tristeza de ambas as partes, só me apetece pensar que virão os dias em que te hei-de olhar e o adeus só é dito e não sentido!
À medida que o tempo passa a minha vontade cresce, e já passaram tantos corpos, tantos lábios nos meus, tantos olhares e vontades, e apetece-me sentir o corpo que nunca senti, os lábios que nunca beijei, fechar os olhos ao tocar-te e sentir a tua vontade em não estragar nada, em não dizer nada e simplesmente deixares-me estar, assim ao pé de ti...
Porque um postal não é suficiente e é a tudo o que me agarro, porque aquela foto revela o teu olhar, tão preciso, tão precioso, tão sensível, tão teu, porque aquela praia ali aprisionada é o teu refugio e ao olhá-la apetece-me espiar-te, olhar-te só!
E porque ficámos aprisionados na minha memória, estão lá os momentos dos «olás», aquelas conversas matinais quando o sol não espreitava, aqueles momentos que como disseste não era preciso dizer nada, a primeira vez que te vi, a primeira vez que peguei na tua mão, e o ultimo adeus em que supliquei que não tenhamos ficado por ali! A pulseira que te dei, e nunca te vi usar, estava lá quando me pediste que te fosse ver, («when I dream, I dream of your fists») os nossos nomes combinados ao portão, sabe-se lá porque carga de água alguma mãe deu aqueles nomes ao filho, e porque foram ditos altos quando passei por eles!
Porque tudo isto ainda me anda à volta na cabeça. Porque tu ainda cá andas, porque muito embora a tua vontade seja partir, eu não encontro forma de te deixar ir, embora tenha parecido que te ignorei, implorava a quem quer que fosse que me dissesse se te viu, porque não consegui estar com alguém, porque o som de qualquer nota me leva a ti, porque para além de letras de outros preciso das minhas para me exprimir e ainda assim não chegam, porque não sei explicar muitos mais «porquês», e porque ainda há tantos!
E porque vamos ser optimistas e acreditar que ainda há tempo para nós, e porque vou acreditar que nem que por um segundo estes «porquês» hão-de fazer sentido! Porque ainda te quero tanto ou mais do que quis!
Olhá bela da divagação... olha a bela da tipica escrita lamechas que caracteriza estas bandas... Ao menos tenhamos algures um sitio onde podemos afogar mágoas, e escrever para todos!
G.F.
quarta-feira, 13 de junho de 2007
O copo sem fundo mostra-nos os possíveis e impossíveis caminhos que podemos percorrer ao longo das nossas escolhas de vida. Vejo que as mesmas mãos que o seguram são as vozes de quem nos cerca e rodeia mostrando-nos que ha um "fundo" imenso de caminhos. Penso no que penso, que muitas das vezes o facto de nos sentirmos presos, em baixo ou em qualquer sentimento negativo será o facto não do copo que nos mostram, mas da maneira como o vemos, a maneira como o observamos e mais que tudo, a forma como interpretamos...
Ainda assim desconfio e refuto o falso conforto que há na minha visão... Nem sempre tudo tem a ver com a forma como vemos as coisas, mas tambem a forma como nos mostram que as vêem.. Muitas vezes é o próprio mundo o "ser" com a visão errada. É ele muitas vezes o louco que nos acusa a nós de o ser... Mas se é ele, quem é o espaço que o envolve? Quem escreve as linhas do discurso improvisado e as falas de tudo o que nos é mostrado? Quem são entao aqueles seres que rondam o copo e o mundo? O que são? Quem os entende? Criações incomprensiveis à compreensão humana? Ou será a comprensão humana que não se compreende?
terça-feira, 12 de junho de 2007
Dizem Que Deus Existe
E que no nosso ser persiste
Dizem que é ele que dá vida
e que ela deve ser querida
Mas quase todos os olhos choram
porque as soluções demoram
E nesta permanente desilusão
Caimos todos na eterna depressão.
Chamam-nos melancólicos
como se fossemos alcoólicos
viciados em culpas
como meras desculpas
para personalidades inacabadas
e para sempre desgraçadas.
Natas
Sin Part I
Queria, contra a minha vontade consciente, criar uma imagem tua só para mim, uma imagem que me bastasse, uma imagem perfeita da expressão dos teus olhos e da ligeira curva do teu sorriso. Mas nunca poderia captar coisas como a tua voz atrás de mim, aquela palavra que chega como um gato que se movimenta silenciosamente, que se aproxima discretamente e se faz ouvir de repente, quando nem nos damos conta que está presente. Não consigo igualmente captar os teus longos silêncios, a tua calma aparente enquanto o interior fervilha e grita para ser ouvido. Sente-se no ar a vibração em sintonia com o meu coração que bate acorrentado e amordaçado por mim mesma.
Talvez não te consiga desenhar porque não sou capaz de olhar nos teus olhos. Mas o teu vulto felino move-se no meu pensamento e atravessa-se na frente do meu olhar com uma clareza abstracta que me aterroriza e paralisa.
Preciso de te desenhar! Preciso de deitar-te cá para fora, cuspir-te de mim e fechar as portas, proteger-me do meu próprio desejo. Sou uma ladra de vidas alheias, uma fraude! Não mereço recriar-te com as minhas mãos sujas.
Não…não consigo desenhar-te porque seria tornar-te real em mim, deixar-te ficar. Enquanto não for capaz de te de desenhar é porque só entras nos domínios do meu inconsciente de visita. E depois partes.
Mas espera…desenhei-te por palavras! E desenhar-te-ía mais mil vezes esta noite, descreveria doentiamente cada pormenor até deixares de ter significado, até morreres na repetição, até te perderes nas palavras! Não quero mais ter de me apoderar de músicas, sonhos e sentimentos que não me pertencem, não aguento a culpa, não suporto o segredo e a vergonha.
Mas só por esta noite…queria desenhar-te…só para mim. Traçar cada linha com os meus dedos, com os meus lábios, apagar os riscos que nos separam, fundir-nos num só desenho, numa só imagem…e pintar uma outra realidade.
Disturbed
Confusão no pensamento... Pedaços de uma viagem de autocarro!
Reacções das desilusões das ilusões criadas.Criações de corações mal-amados e mal julgados, mergulhados em águas com cheiro a protector solar, que só sabe magoar as permissas falsas embebidas em algas.
É um pouco engraçado como o ragazzo com mau cheiro tem asas de Batman e cara de rato.
É giro como o rosa se entrenha nas nossas entrenhas como festas de natal e as marchas populares!
É estranho como o vermelho pára a cabine velha, misturada com uma comichão com cheiro a ganza e um carrinho de gelados nestlé!
Cabelos rapados, pentelhos e óculos à aviador.
Barras brancas que criam expectativas e esperanças.
Três olhos, três margaridas num gigante com borracha.
Janelas velhas e amarelo torrado.
Óculos sem armação e cabelos de lã, puramente "sitio do pica-pau amarelo" e um rabo espetado.
Pretos e verdes misturados. Inseguranças de um tempo de trabalho.
P.S. Eu sei que nada disto tem sentido, mas foram os vários pensamentos que me apareceram no caminho entre Santa Apolónia e Restauradores!
domingo, 10 de junho de 2007
Desculpem o desabafo mas há certas filhas da p*** que só me f**** a paciência!
"Rape me, rape me my friend!" "I just want to beat the shit out of them..." [Cobain]
Loaded Sonja
(Este post tá uma merda mas pa kem praticament nem escreve aki já é qq coisa... =] )
Sin Part II
O anjo do meu ombro direito sorri, abraça-me ternamente, sussurra-me palavras de força, beleza, alegria…o anjo do ombro esquerdo sopra no meu ouvido uma nova melodia pela qual me quero deixar embalar, uma nova música que quero cantar. “ A música não é tua! “ grita o anjo do ombro direito, “ Confiei em ti…li-te o meu poema, toquei-te a banda sonora da minha vida…a música não é tua! “. Mas o anjo do ombro esquerdo sorri imperturbável e continua a cantar a música no meu ouvido…e eu quero fechar os olhos e dançar!
Encosto-me a uma parede. As pedras da calçada perderam a forma, o chão é agora uma matéria amorfa que se move debaixo dos meus pés (“Engole-me!!!”, grito em silêncio, “ Se a minha felicidade tem de se erguer sobre as ruínas de um coração desfeito…engole-me!). O céu encontra-se estático, como se o tempo tivesse parado, como se se preparasse para me esmagar contra o chão a qualquer momento, apesar da sua cor azul e do sol poente que se derrama nos passeios e me cega de luz.
Cega de luz…precisamente…cega de luz! Quero tanto ser feliz que perco a noção do que é certo e errado, quero tanto dançar ao som dessa música perfeita que nem reparo em quem empurro e em quem piso pelo caminho.
Perdoa-me anjo bom, guia-me anjo bom! É o teu brilho que vou seguir e é ao teu lado, SEMPRE, que vou aguardar o dia em que me digas “ A música é tua…”.
Disturbed
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Ok vamos lá a coisas mais.... mais... mais.... mais coiso.... Vocês percebem.
Espero que seja um blog cheio de teorias e pseudoteorias, debates, que fomente novas amizades e que eleve o nivel das existentes.
Portas abertas, horizontes amplos e prontos... É assim a vida..
portem-se bem e fikem...
"They make me....
Make me scream your screams..."
Kurt Cobain
Um ano, novas vidas... Um ano desde a abertura do nosso velhinho!
Espero que este blog ganhe novas caras, ou melhor, novas escriitas. Convidem novo pessoal sem hesitar, é só passar a senha. è apenas preciso que tenham vontade e muita criatividade!
Aos novas membros (aqueles que aceitarem) deixo um recado de... Usem e abusem!




