Ar, é tudo o que respiro,
Suspenso, o meu corpo gravita,
Espera pousar em ti, com o nascer da manhã
Um novo dia, algo que me foi prometido
Um postal na gaveta,
Uma fotografia, que me revela o teu intimo
Palavras, promessas, esperanças
Tal como o meu corpo, nelas eu gravito
Apanho tudo o que lanças
A tua fotografia, a tua silhueta
És-me este mundo e o outro
Tudo o que quero, tudo o que preciso
E quando apareces tocas-me o infinito
E mais uma vez, à tua volta eu gravito
Quero-te mais,
Mais do que te quero,
Penso que é tarde, definitivamente tens que te ir
E eu que renunciava a tudo, só para te sentir
Penetras-me a pele,
És a bala cravada no meu peito,
És-me este mundo e o outro,
E quando apareces tocas-me o infinito
Quando te vais, contigo, sozinho, gravito!
G.F.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
1 comentário:
='( ... ... ... amar é assim...está tudo dito!
Ranzita Raquel
Enviar um comentário