O copo sem fundo mostra-nos os possíveis e impossíveis caminhos que podemos percorrer ao longo das nossas escolhas de vida. Vejo que as mesmas mãos que o seguram são as vozes de quem nos cerca e rodeia mostrando-nos que ha um "fundo" imenso de caminhos. Penso no que penso, que muitas das vezes o facto de nos sentirmos presos, em baixo ou em qualquer sentimento negativo será o facto não do copo que nos mostram, mas da maneira como o vemos, a maneira como o observamos e mais que tudo, a forma como interpretamos...
Ainda assim desconfio e refuto o falso conforto que há na minha visão... Nem sempre tudo tem a ver com a forma como vemos as coisas, mas tambem a forma como nos mostram que as vêem.. Muitas vezes é o próprio mundo o "ser" com a visão errada. É ele muitas vezes o louco que nos acusa a nós de o ser... Mas se é ele, quem é o espaço que o envolve? Quem escreve as linhas do discurso improvisado e as falas de tudo o que nos é mostrado? Quem são entao aqueles seres que rondam o copo e o mundo? O que são? Quem os entende? Criações incomprensiveis à compreensão humana? Ou será a comprensão humana que não se compreende?
2 comentários:
raios partam os futuros psicólogos!! :P
São todos queimados das ideias!!
Natas
é a tal questao do copo meio vazio ou meio cheio!
depende da forma como o vês, depende da forma cm te dizem para o ver e ultimamente depende da forma como o queres ver (ou talvez primariamente) e já que estamos numa de copos, é como na letra da dialectos da ternura dos da weasel «ela diz que me adora quando o dia vai a meio, o copo passa de meio vazio para meio cheio», o copo nao passa de si mesmo, meio vazio meio cheio, a visão é que se altera à medida que se vai vivendo!!
G.F.
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