quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Vejam como as coisas são…
Simples, complexas, uma mistura de tudo no meio do nada. Inspirados por uma vaga de frio, de cinzento, de nada, de preto e branco e de multicores.

Hoje sou um poço de não sei o quê. Indefinidamente inspirada por aquela música que alguém criou com empenho.

Não estou totalmente sozinha, mas aqueles que estão comigo fazem os sozinhos do espaço.
Somos minorias auto-intituladas. É-nos um prazer. Um estado de vida necessário. Um asilo a esta sociedade a que todos pertencem, mas que nem em todos se encaixa.

Carregamos seres humanos dentro de nós. Somos um transporte de vida e queimamos as nossas células com puros caprichos.

Partimos sem perceber porquê, partimos com beijos…

2 comentários:

Unknown disse...

Porque ainda não meti aqui a patinha este ano, e já a tanto tempo é certo que não venho cá desejo o melhor para (ti, vocês)! Feliz Ano!

BJS*

Anónimo disse...

viste o texto que eu escrevi sobre isto lá no meu cantinho?